segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Coordenação, resolução de conflitos e negociação


Aula 04 (27/08/2007)

Ao desenvolver o sistema proposto, naturalmente iremos enfrentar alguma barreira cultural, já que de fato cada grupo ou individuo se enquadra em um tipo de ferramenta CSCW. Em uma empresa, alguns funcionários preferem utilizar mensagens instantâneas, outros e-mails, outros voz e etc. Para justamente obter um bom desempenho a partir destas ferramentas, devem ser analisados e considerados algumas questões importantes para o sucesso de implementação prática do sistema.
Nem precisamos basear-se em pesquisas para chegar a conclusão de que “o simples é melhor”. Essa é alias apenas uma das características que qualquer sistema deve oferecer. Outras características necessárias são:
· Flexibilidade
· Modularidade

A ferramenta também deve oferecer o gerenciamento do projeto. Neste item se torna muito importante a posição do coordenador. Este deve ficar responsável quanto à modularização, como por exemplo, a criação de uma simples reunião.
Para todo trabalho colaborativo, deve-se estabelecer, quando necessário, um padrão de uso de ferramentas. Algumas empresas, que não utilizam sistemas centralizados, padronizam outras diversas ferramentas. Nosso sistema deve conter todos os recursos utilizados pelo grupo. Difícil né???
Entre o desenvolvimento da ferramenta, devemos utilizar alguns conceitos como a pré-articulação e a pós-articulação. A primeira trata-se da identificação dos objetos, mapeamento dos objetos e distribuição de tarefas entre si. A segunda, a verificação de cada etapa. É ela que verifica um eventual atraso na entrega de relatório, por exemplo. Daí pode-se gerar outro articulador, para resolver esse conflito, como a questão: Será que devemos dar mais prazo a esse individuo, ou então devemos liberar-lhe mais verba?

Classificação de conflito

Existem dois conceitos para a classificação de conflito. Existem os conflitos sintáticos e os conflitos semânticos. Conflitos sintáticos acontecem quando a falha provém da falta de infra-estrutura oferecida. É claro que muitas pessoas utilizam como argumento esse fato, para justificar um conflito semântico, ou seja, um erro provido basicamente da falta de comunicação do individuo.

Resolução de conflitos

Automatizar tarefas é uma das saídas. Porém permitir que determinados conflitos não resolvidos sejam tolerados devem ser também considerados para resolver outros conflitos.
Na verdade ainda existem 5 itens que devem ser considerados:
· Resolução
· Ignorar (Este já havia citado)
· Atraso
· Identificação
· Melhora


Tomadas de decisão

A tempos concluiu-se que a melhor decisão ou opinião é a realizada e concluída pelo grupo. Com essa base nos anos de 1970 é que o modelo IBIS foi criado, porém existem diversos modelos para a tomada de decisão. É claro que esse modelo teve que ser adaptado para enfrentar as reais necessidades atuais. De qualquer forma, os principais são:
· IBIS
· QOC
· DRL

Para não prolongar a postagem de hoje, recomendo ler ao menos os ítens acima citado no site Wikipedia no seguinte endereço:
Sistemas_de_suporte_.C3.A0_decis.C3.A3o_em_grupo
Acho que hoje é só. Até a próxima!!!

terça-feira, 21 de agosto de 2007

XML e RSS

XML

Segundo o Wikipedia, XML é uma linguagem de marcação de dados. Mas então, o que é "linguagem de marcação de dados"?

Também conhecidas com tag, as marcações de dados são aquelas palavras ou caracteres que ficam entre o sinal de maior ou menor (< >), e que servem para definir o modelo ou formato de uma página ou sistema. Podemos dizer que a linguagem HTML e XML são parentes, porém com alguns aspectos diferentes.
Diferentemente da linguagem HTML, o XML contém apenas idéias e marcações, ou seja, links e estilos vem separados e portanto não ficam escondidos no documento. Com isso cada ítem pode ser alterado, copiado ou manipulado de maneira simples e rápida. E é bem aí que entra na história os famosos "feeds". Logo falaremos sobre eles. Por enquanto, vamos continuar a falar sobre XML. Abaixo segue um exemplo de algorítmos nessa linguagem:




Reparem que na primeira linha o documento inicia com uma instrução indicando a versão da XML com a qual foi escrita. Este "cabeçalho", embora não seja obrigatório é utilizado, por exemplo, como documentação. Bom. Também podemos ver as famosas tags. Uma das diferenças (e também vantagens) da XML é que é possível cria-las para as adaptar em determinadas páginas.


RSS

RSS é usada para se referir aos seguintes padrões:

Rich Site Summary (RSS 0.91)
RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
Really Simple Syndication (RSS 2.0)


Nem sei quem são esses padrões. E tô com preguiça de pesquisar sobre o assunto agora. rs.. Mas descobri que é daí que veio o acrônimo RSS.
Continuando... Segundo o bom e não tão velho Wikipedia, RSS é um subconjunto de "dialetos" XML que servem para agregar conteúdo podendo ser acessado mediante há programas ou sites¹ agregadores. Pronto!!! Fácil, não (pelo menos o conceito) rs..

Não é recente o uso de feeds em navegadores. No ano 2000, o uso do RSS difundiu-se para as maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN e a BBC. Estas empresas permitiam que outros websites incorporassem suas notícias e resumos através de vários acordos de uso. Algumas ferramentas como FeedReader ou RSS Bandit são especializadas a oferecer esse recurso. Ainda há a opção de utilizar navegadores que contenham o serviço. Porém até o ano passado o serviço era anexado a navegadores não tão famosos como Opera, Safari e os não tão desconhecidos Firefox e Mozilla. Só então com o novo navegador da Microsoft, Internet Explorer 7, suportando feeds, foi que esse recurso passasse a ser tão conhecido e utilizado.

Sites¹ = Além das ferramentas via software, existem sites que disponibilizam esse recurso, como http://www.gobits.com/ e http://www.boglines.com/.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Introdução a CSCW. Aspectos sociais e comunicação.

Aula 3 - 20/08/2007

Olá pessoal..


Na aula anterior, descobrimos que CSCW é na verdade qualquer tipo de trabalho cooperativo suportado por computador (es) e que nessa base foram desenvolvidas diversas ferramentas que visam auxiliar nesse processo. Essas são denominadas GroupWare. Como sabemos, toda tecnologia causa um impacto. O tema da aula de hoje foi justamente sobre esse assunto.
Há quem diga que ferramentas de GroupWare afastam as pessoas, pois elas deixam de ter um contato direto para ter um contato indireto. Por exemplo, numa empresa, onde as pessoas utilizam essas ferramentas (ICQ, MSN, ORKUT ou até os "netsends"), ao invés de conversarem pessoalmente.
Eu pessoalmente discordo desse conceito por no mínimo dois motivos. O primeiro é que o GroupWare pode unir pessoas de distantes localizações, o que não aconteceria (pelo menos em tal frequência) sem a ferramenta. Depois, existem pessoas que se sentem mais a vontade em conversar ou expressar-se nesse ambiente computacional.
Depois, segundo o Profº Piva, alguns estudos recentes provam que numa empresa os funcionários que utilizam ferramentas computacionais de grupo acabam tendo maior desempenho que as outras. A seguir fiz um gráfico bem "meia-boca", só para lembrar o que foi dito em aula.



O vermelho representa o funcionário que não trabalha com Groupware e o amarelo o que trabalha. Segundo esse estudo o funcionário acaba quebrando o paradoxo de que o seu trabalho é uma tremenda chatice (claro que o uso excessivo dessas ferramentas prejudicam ainda mais seu desempenho).

CSCL

No campo educacional temos a Aprendizagem Colaborativa Apoiada por computador. Esse modelo é denominado de CSCL. Esse tipo de aprendizado veio para mudar o conceito do aprender. Se antes o aprendizado tradicional era baseado em alguns aspectos como:

  • Sala de Aula
  • Professor-Autoritário
  • Memorização
  • Ênfase no produto

Passou a ser:

  • Ambiente de aprendizado
  • Professor-Orientador
  • Transformação
  • Ênfase no processo

Uma curiosidade que foi dita pelo profº é sobre a palavra Aluno. Qual significado da palavra "Aluno"? Aluno vem do latim, sendo que 'A' significa vazio, sem algo. "Luno" vêm de Lumos que por sua vez significa luz, lâmpada. Portanto somos todos pessoas "Sem Luz" (estranho pensar assim, ?).

Bom, mas na verdade esse conceito está mais que defasado, porém, infelizmente, varias pessoas ainda utilizam esse conceito. O aprendizado colaborativo, veio principalmente quebrar esse paradoxo. Esse novo modelo, entre outras características, reforça a idéia de que cada aluno é um profº, diminui o sentimento de isolamento e por sua vez acaba aumentando a segurança entre si. Ferramentas CSCW/CSCL transformam o comportamento passivo para o comportamento ativo.

Puts.. ainda não acabou a lição não.. Falta aquele sobre feeds/XML. Tô com preguiça agora.

Até mais pessoal!!!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Introdução a CSCW

Olá pessoal.
Hoje vou escrever alguma coisa sobre a aula do dia 13 de agosto... (Introdução a CSCW).

Na atualidade existem diversos softwares em praticamente toda área. Seja em serviços ou produções, as ferramentas podem auxiliar no desenvolvimento de práticas que visam alcançar determinado objetivo. Para práticas como Workflow não é diferente. Bom, mas na verdade o que é Workflow?
Segundo a enciclopédia Wikidepia, Workflow pode ser definido como seqüência de passos necessários para que se possa atingir a automação de processos de negócio, de acordo com um conjunto de regras definidas.
Junto a expansão da internet (no início da década de 90) as empresas sentiram que algumas ferramentas poderiam tirar um melhor proveito desse novo conceito sobre redes.
Porém, mais tarde elas perceberam que poderiam utilizar ferramentas mais baratas, ou até gratuitas, que atendessem o mesmo (ou aproximado) objetivo. Para que a ferramenta pudesse atender tal finalidade, ela deveria ter três características fundamentais:

  1. Comunicação;
  2. Coordenação;
  3. Colaboração.

    Como o nosso professor disse em aula: “Nem tudo são maravilhas”, a implementação desse sistema, mesmo bem analisada, pode trazer algumas desvantagens, como até seu fracasso. Estes são:
  • Fatores políticos, sociais e motivacionais;
  • A disparidade entre quem faz o trabalho e quem recebe o benefício;
  • Manipulação de exceções em grupos de trabalhos;
  • A subestimada dificuldade em avaliar Groupware;
  • A quebra da tomada de decisão intuitiva.

    A seguir, as desvantagens:
  • Potencial para o caos;
  • Riscos de segurança e de integração;
  • Temor gerencial;
  • Sobrecarga de informações;
  • Perda da produtividade;
  • Complexidade e custos escondidos ou desconhecidos.

    Segundo Ozir Francisco de Andrade Zotto, para uma empresa saber se determinado serviço, proprietário ou livre, é ou não eficiente, deve verificar se tal pode minimizar as desvantagens existentes na sua implementação.

    Fontes:

    www.pr.gov.br/batebyte/edicoes/1997/bb71/ferramen.htm